Onde cheguei. Onde vou. Não é assim? A tal “crise dos 30”? O ponto alto – ou seria baixo? – da chegada à era balzaquiana. 

É como se até aqui o relógio estivesse andando para a frente, contabilizando o tempo, sem pressa, enquanto “crescíamos” e aprendíamos a ser gente – um tipo de ser previamente programado para perseguir o sucesso e a felicidade. 30. A partir daqui, o contador virou. Estamos em regressiva. Somos gente. É agora ou nunca! Sucesso e felicidade. Já já vai ser tarde demais. Sucesso e felicidade. O que você quer ter feito quando o tempo acabar? Sucesso e felicidade. Sucesso e felicidade. Anda… Faça sucesso! Seja feliz!

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